
É interessante, vejo no meu trabalho com as famílias do CCA o quanto é importante nas reuniões socioeducativas através de palestras, dinâmicas e oficinas, derrubar o conceito Nietzschesiano do fatalismo. Percebi durante as reuniões realizadas no ano passado a quebra desse paradigma, há hoje nas famílias, pricipalmente nas mulheres, (o que é óbvio pois sempre são a maioria nas reuniões)o interesse de mudar, transformar e se fortalecer como uma instituição social aberta a novos diálogos em busca de seus objetivos.

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