Quem sou eu

Minha foto
Pedagogo licenciado mas trabalho na área da Assistência Social como Assistente Técnico com famílias do CCA A Mão Cooperadora, o que não impede nas reuniões sócioeducativas de trabalhar a pedagogia social.A minha linha de trabalho não é de assistencialismo,porém não há como não praticá-lo diante de várias situações com as quais deparo-me no dia a dia. Acredito que muita coisa pode mudar se evitarmos, como citou Gandhi "Os sete pecados capitais responsáveis pelas injustiças sociais são: riqueza sem trabalho; prazeres sem escrúpulos; conhecimento sem sabedoria; comércio sem moral; política sem idealismo; religião sem sacrifício e ciência sem humanismo".Casado, pai, avô e bisavô sou um homem que luta por um país melhor

segunda-feira, 12 de março de 2012

Quando li o livro de Augusto Cury “Pais brilhantes Professores fascinantes”, o que me chamou a atenção no sétimo hábito dos bons pais e dos pais brilhantes é quando ele diz que bons pais são tolerantes com alguns erros dos seus filhos, pais brilhantes jamais desistem deles, ainda que sejam decepcionados por atitudes que possam trazer transtornos à família. Acredito que este hábito deveria ser mais exercitado por boa parte dos pais deste país. A mídia televisiva tem nos mostrado em inúmeras reportagens o quanto nossas crianças e adolescentes têm sofrido por maus tratos infligidos por aqueles que lhes deveriam dar afeto, apoio e segurança. Violências físicas e morais, abuso e exploração sexual, sem contar em que alguns casos a morte é o resultado final, são de uma maneira geral o que crianças e adolescentes tem sofrido dentro de seus próprios lares. Ricardo de Azevedo retrata muito bem em seu poema “Um pézim de violência” a situação que se encontra boa parte desses lares brasileiros. A pergunta é: O que os professores tem com isto?Tudo, o educador deve se conscientizar da necessidade de seus educandos, promoverem o desenvolvimento de suas potencialidades, habilidades e senso crítico, contribuir para que o mesmo participe ativa e responsavelmente na vida social, oportunizando situações que os levem a repensarem um novo contexto de vida para suas famílias que não seja o da violência e da imoralidade e denunciar ao conselho tutelar, quando houver suspeita de maus tratos ocorrendo com os alunos. Que tal começar agora ?

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A Família e os novos Caminhos


É interessante, vejo no meu trabalho com as famílias do CCA o quanto é importante nas reuniões socioeducativas através de palestras, dinâmicas e oficinas, derrubar o conceito Nietzschesiano do fatalismo. Percebi durante as reuniões realizadas no ano passado a quebra desse paradigma, há hoje nas famílias, pricipalmente nas mulheres, (o que é óbvio pois sempre são a maioria nas reuniões)o interesse de mudar, transformar e se fortalecer como uma instituição social aberta a novos diálogos em busca de seus objetivos.