Quem sou eu

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Pedagogo licenciado mas trabalho na área da Assistência Social como Assistente Técnico com famílias do CCA A Mão Cooperadora, o que não impede nas reuniões sócioeducativas de trabalhar a pedagogia social.A minha linha de trabalho não é de assistencialismo,porém não há como não praticá-lo diante de várias situações com as quais deparo-me no dia a dia. Acredito que muita coisa pode mudar se evitarmos, como citou Gandhi "Os sete pecados capitais responsáveis pelas injustiças sociais são: riqueza sem trabalho; prazeres sem escrúpulos; conhecimento sem sabedoria; comércio sem moral; política sem idealismo; religião sem sacrifício e ciência sem humanismo".Casado, pai, avô e bisavô sou um homem que luta por um país melhor

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Billy Elliot


Na semana passada assisti na faculdade ao filme Billy Elliot, já o tinha visto antes na sessão da tarde, porém sem um olhar mais crítico. Agora ao revê-lo percebi no seu enredo uma mensagem muito forte de preconceito, mas que é atenuada na figura de uma professora de Balé, que enxerga no garoto Billy um futuro dançarino.

O filme nos mostra além dos preconceitos as frustrações de uma família que passa por um momento difícil financeiramente devido a uma grave nas minas de carvão, onde o pai e o irmão de Billy trabalham.

Mas é o gosto pela dança que faz com que o garoto troque as aulas de Box pela de Balé, o qual vai definir todo o futuro de todos da família.

Vemos em Billy não só a inocência  mas também a sensibilidade de uma criança que como diz [ Braga, 2007], Busca uma nova forma de linguagem demonstrando uma necessidade de libertar os movimentos e traduzir em/com seu corpo as tensões da vida. Billy encontrou na dança a fuga para seus problemas familiares, expressando-os em movimentos com significados próprios.