Meandros da Educação
Quem sou eu
- meandros da educação
- Pedagogo licenciado mas trabalho na área da Assistência Social como Assistente Técnico com famílias do CCA A Mão Cooperadora, o que não impede nas reuniões sócioeducativas de trabalhar a pedagogia social.A minha linha de trabalho não é de assistencialismo,porém não há como não praticá-lo diante de várias situações com as quais deparo-me no dia a dia. Acredito que muita coisa pode mudar se evitarmos, como citou Gandhi "Os sete pecados capitais responsáveis pelas injustiças sociais são: riqueza sem trabalho; prazeres sem escrúpulos; conhecimento sem sabedoria; comércio sem moral; política sem idealismo; religião sem sacrifício e ciência sem humanismo".Casado, pai, avô e bisavô sou um homem que luta por um país melhor
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Há tempos que eu não escrevo no blog, e não é por falta de assunto, pois na verdade, assunto sobre a Educação é o que não falta.Enfim estou retornando para falar de um evento muito importante que deverá acontecer entre os meses de Outubro e Novembro as Pré-Conferências Livres Lúdica e/ou Convencional. Quando eu digo que deverá acontecer é porque esse espaço de participação democrática, formados por crianças e adolescentes representantes de suas associações (escolas, entidades, outros) como o objetivo de avaliar e conferir como as políticas públicas para o segmento infanto-juvenil estão sendo executadas poderá não acontecer. Um evento de tamanha importância deveria ser tratado com mais seriedade e compromisso pelo poder público.
Nós do CCA A Mão Cooperadora estamos nos preparando para esse dia, com a esperança de que tudo vai dar certo.
sábado, 5 de outubro de 2013
DISCIPLINA ESCOLAR UM PROBLEMA SOCIOEDUCACIONAL
Embora a indisciplina escolar seja considerada um fenômeno atual nos meios acadêmicos, devemos considerar que o fenômeno propriamente dito, sofreu mutações com o passar dos anos. A falta de limites, o mau comportamento, o desrespeito.com o professor e os colegas de sala com agressões verbais que muitas vezes acabam em agressões físicas tanto por parte do aluno como do próprio docente sempre existiram. Já no fim do século XIX e início do século XX, de acordo com pesquisas feitas por Tony Honorato, Doutorando PPGE/FCLAR-UNESP da Universidade Estadual de Londrina – UEL A em seu artigo ESCOLA COMPLEMENTAR (1897-1911): INDISCIPLINA, PODER E CIVILIDADE, Relatam incidentes disciplinares entre professores e alunos e cujas causas podemos considerar provenientes do poder disciplinador exigido socialmente da época. Segundo Souza :
tratava-se de uma organização administrativa e pedagógica mais complexa concebida nos princípios da racionalidade científica e na divisão do trabalho, que se fundamentava na classificação dos alunos, no estabelecimento de um plano de estudos e na determinação da jornada escolar, resultando em um ensino mais homogêneo, padronizado e uniforme. Souza (1998, p. 16).
Contemporaneamente esses incidentes tornaram se mais pontuais e exageradamente mais violentos. Considerarmos que a sociedade na qual estamos inseridos tem vivido momentos de mudanças, principalmente no âmbito sociocultural, onde a escola tem um papel importante no que diz respeito ao acesso de uma educação de boa qualidade e o Estado através das políticas sócias multisetoriais buscam através de seus programas estabelecerem uma equidade social para a sociedade em geral, mas que essa mesma escola como instituição, não tem cumprido o devido papel que lhe foi atribuído, pois mesmo com o estabelecimento da LDB 9394/96 na década de 90 o ambiente dentro da escola ainda é o mesmo no início do século XX, no que diz respeito à docência e discência.
No dia a dia manter a disciplina na sala de aula para os professores tem sido relativamente difícil, haja vista o número de alunos na sala, se bem que não houve alteração quanto a este problema ao longo dos anos, e aqui registramos o fato de que isso afeta não só o relacionamento professor/aluno como o relacionamento aluno/aluno dado à subjetividade sociocultural dos mesmos.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Quando li o livro de Augusto Cury “Pais brilhantes Professores fascinantes”, o que me chamou a atenção no sétimo hábito dos bons pais e dos pais brilhantes é quando ele diz que bons pais são tolerantes com alguns erros dos seus filhos, pais brilhantes jamais desistem deles, ainda que sejam decepcionados por atitudes que possam trazer transtornos à família. Acredito que este hábito deveria ser mais exercitado por boa parte dos pais deste país.
A mídia televisiva tem nos mostrado em inúmeras reportagens o quanto nossas crianças e adolescentes têm sofrido por maus tratos infligidos por aqueles que lhes deveriam dar afeto, apoio e segurança. Violências físicas e morais, abuso e exploração sexual, sem contar em que alguns casos a morte é o resultado final, são de uma maneira geral o que crianças e adolescentes tem sofrido dentro de seus próprios lares.
Ricardo de Azevedo retrata muito bem em seu poema “Um pézim de violência” a situação que se encontra boa parte desses lares brasileiros. A pergunta é: O que os professores tem com isto?Tudo, o educador deve se conscientizar da necessidade de seus educandos, promoverem o desenvolvimento de suas potencialidades, habilidades e senso crítico, contribuir para que o mesmo participe ativa e responsavelmente na vida social, oportunizando situações que os levem a repensarem um novo contexto de vida para suas famílias que não seja o da violência e da imoralidade e denunciar ao conselho tutelar, quando houver suspeita de maus tratos ocorrendo com os alunos. Que tal começar agora ?
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
A Família e os novos Caminhos

É interessante, vejo no meu trabalho com as famílias do CCA o quanto é importante nas reuniões socioeducativas através de palestras, dinâmicas e oficinas, derrubar o conceito Nietzschesiano do fatalismo. Percebi durante as reuniões realizadas no ano passado a quebra desse paradigma, há hoje nas famílias, pricipalmente nas mulheres, (o que é óbvio pois sempre são a maioria nas reuniões)o interesse de mudar, transformar e se fortalecer como uma instituição social aberta a novos diálogos em busca de seus objetivos.
sábado, 24 de dezembro de 2011

É Natal, é Natal, já nasceu o DEUS menino para o nosso bem.
O Natal para mim é um momento que inspira esperança, esperança de dias melhores, de paz e de prosperidade, momento de reflexão sobre o que fiz de bom, de ruim e também do que não fiz. Embora seja um dia de alegria, pelo menos para mim, também é um dia de tristeza, principalmente para aqueles que vivem nas ruas e debaixo de pontes e viadutos, os que perderam seus entes queridos recentemente e para as crianças, ah... as crianças que infelizmente são maltratadas, abusadas e assassinadas em todas as partes do mundo.
Que DEUS na sua incomensurável bondade possa derramar ricas bênçãos a todos, para que hoje seja uma noite de redenção e transformação de vidas.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Um tapinha só não dói

Parafraseando uma música um tanto polêmica que diz, “Só um tapinha não dói” é que eu entro em outra polêmica. Esta semana foi encaminhada para o Legislativo, o projeto de lei que proíbe os pais de aplicarem castigos corporais, tais como palmadas e beliscões em seus filhos. As penas infligidas aos infratores serão as mesmas já previstas no ECA: advertência, encaminhamento a programas de proteção à família, orientação psicológica, e até perda de guarda. É claro que deverá haver a denúncia e o testemunho de terceiros ao Conselho Tutelar ou a outro órgão público que trabalhe com os interesses da Criança e Adolescente.
Na verdade só quem é pai pode dizer realmente o que significa educar e como, os seus filhos, diante das dificuldades financeiras e afetivas encontradas para prepará-lo no enfrentamento para um mundo cada vez mais competitivo e individualista, formando-o como um cidadão de direitos e conscientes de suas obrigações sociais em face de situações vivenciadas nos últimos anos pela sociedade, principalmente no que se refere à violência, o desrespeito e a expansão da imoralidade principalmente nos meios midiáticos.
É esperar para ver no que vai dar...
sábado, 10 de dezembro de 2011
O Retorno

Gente estou novamente na ativa, sabe como é, final de faculdade com exames, colação de grau e formatura deixa a gente estafado, aliás, a idade ajuda também.
Mas voltei e agora prá ficar (alguém já ouviu isso?), agora com mais freqüência e com novidades, vamos falar de educação? Sim, de filhos e pais, pois acreditamos que a educação começa no lar.
Eu e minha esposa, sempre lutamos juntos por isso, tanto em casa como nos projetos que trabalhamos juntos e acreditamos que este é o caminho a ser seguido.
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